TIM e Vivo confirmam interesse em comprar divisão móvel da Oi

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TIM e Vivo confirmam interesse em comprar divisão móvel da Oi

No entanto, ambos os executivos indicam que a aquisição estaria condicionada ao leilão 5G da Anatel que deve ocorrer no ano que vem. Gebara diz que o arremate disponibilizará licenças que também podem ser usadas com 4G, que é o caso das frequências de 700 MHz e 2,3 GHz.

A Vivo não mira na rede de telefonia fixa da Oi, enquanto a TIM considera adquirir o backhaul da operadora caso isso gere valor. Durante a divulgação de resultados elas confirmam interesses  financeiros, a Claro também demonstrou interesse em comprar a Oi, dependendo dos detalhes do negócio e barreiras da legislação brasileira.

Frequências da Oi seriam bem-vindas para TIM e Vivo

A aquisição do espectro da Oi seria de grande valia para qualquer uma das operadoras, que ficaram com uma disparidade de capacidade muito grande em relação à Claro por conta da compra da Nextel.

No entanto, é importante lembrar que, nas frequências entre 1 GHz e 3 GHz, a Anatel estabelece limite máximo de 172,5 MHz de capacidade por prestadora por município – podendo ser estendido para 181,12 MHz mediante autorização da agência.

Sobre a interferência do serviço de 5G nos sinais de TV aberta transmitidos via satélite e captados por antenas parabólicas, o presidente da Telefônica acrescentou que ainda estão acontecendo discussões sobre esta situação e que o parecer técnico sobre a interferência está em análise. As operadoras Telefônica, Claro, TIM e Oi e o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento (CPQD) estão finalizando, no Rio de Janeiro, testes de convivência entre os dois serviços.

Redes compartilhadas

O presidente da Telefônica Brasil informou ainda que a negociação com a TIM para o compartilhamento da infraestrutura 4G na faixa de 700 MHz será prorrogada por mais 45 dias.

O acordo envolve dividir a rede nos municípios com menos de 30 mil habitantes, que ainda pode ser estendido a cidades maiores. O memorando de entendimentos assinado em julho pelas operadoras de telecomunicações também abrange o compartilhamento da rede 2G. Neste caso, Gebara disse que as negociações avançaram bem. Entre os objetivos da parceria estão reduzir custos em operação e manutenção de redes.

 

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