DreamShaper em novo modelo de educação

0
376

DreamShaper aplica modelo de educação baseado nas reformas educacionais brasileiras.Para empreender na área da educação é necessário mais do que uma boa ideia: é preciso investir em um negócio que tenha potencial para transformar vidas. Foi esse sentimento que motivou a fundação da DreamShaper,em um modelo de educação incrível,a plataforma online de ensino que permite a criação de projetos empreendedores, pesquisas e resolução de problemas em sala de aula.

Ao criar a conexão entre sala de aula e vida real, a ferramenta busca desenvolver competências socioemocionais e o perfil empreendedor do aluno, em alinhamento com a Reforma do Ensino Médio e a BNCC (Base Nacional Comum Curricular). Dessa forma, o desenvolvimento de projetos ao longo do ano letivo prepara os jovens para as necessidades escolares, além de torná-los mais capacitados para um novo mercado de trabalho. A plataforma serve como base tecnológica para os projetos que professores querem realizar com os alunos. A metodologia e o conjunto de desafios base oferecidos pela plataforma podem ser modificados e alterados de acordo com o currículo e projetos da escola.

Tudo começou com uma ONG portuguesa, a Acredita Portugal (AP), que foi criada em 2008 para promover educação e formação empreendedora a quem não tinha essa oportunidade. Em 2010, a AP tinha mais de 700 alunos e precisava de uma ferramenta que permitisse ensinar em escala, de forma eficiente e focada nos interesses dos alunos. Foi quando em 2014 os sócios Miguel Queimado, João Borges, Pedro Queiró, André Borges e André Pintado lançaram a DreamShaper como empresa independente no Brasil, em parceria com a Fundação Lemann.

Assim, a DreamShaper traz uma plataforma simples e intuitiva para os alunos mas, sobretudo, para os professores. De acordo com João Borges, CEO da empresa, a plataforma está desenhada para guiar e acompanhar o aluno em todo o processo, oferecendo uma trilha de desafios e um conjunto de materiais pedagógicos que ajudam o aluno a progredir de forma autônoma. “Decidimos trazer para o Brasil uma plataforma que acompanhasse todo o desenvolvimento da educação que estava acontecendo no mundo, o que resultou em uma metodologia alinhada à BNCC, que entra em vigor obrigatoriamente em 2020”, explica. O executivo aponta, ainda, que o sistema ajuda as escolas a se adaptarem com mais facilidade às novas diretrizes de ensino, apoiando os alunos no desenvolvimento escolar e ajudando os professores na aplicação das tarefas.

De forma prática, a plataforma serve como base tecnológica para os projetos que professores querem realizar com os alunos, baseando no conceito problem based learning (aprendizado com base em solução de problemas), a partir de ferramentas que sejam facilmente aplicáveis, sem alto investimento financeiro ou esforço excessivo. Além disso, a metodologia e o conjunto de desafios base oferecidos pela ferramenta podem ser modificados e alterados de acordo com o currículo e projetos da escola e o professor tem acesso a todos os projetos da sua turma, podendo orientar, contribuir e avaliar o trabalho dos alunos.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui