Fintech mira público LGBT com conta corrente digital a partir de R$ 9,99 mensais

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No último 14 de novembro, entrou no ar o primeiro banco LGBT do mundo. A fintech Pride Bank ainda está em versão beta. Há a opção de cadastro no site, mas receber um convite aumenta as chances de aprovação.

O Pride Bank oferece os mesmos serviços de bancos digitais: conta corrente pessoa física ou jurídica, transferências, TEDs, boletos, pagamentos de contas e impostos e cartão de crédito pré-pago. O diferencial é que 5% dos lucros serão destinados a causas sociais ligadas a comunidade LGBT. Os clientes são chamados de Priders e podem utilizar o nome social no cartão.

Para centralizar as doações, o Instituto Pride nasceu junto com a fintech. Por meio dele, entidades como Casa Arouchianos, Casa Brenda Lee e Eternamente Sou serão beneficiadas.

O Pride Bank oferece quatro pacotes diferentes de contratação, que vão de R$ 9,99 a R$ 39,99 e incluem a taxa de manutenção da conta, depósitos, emissão de boletos e outros serviços. Também é possível não contratar nenhum pacote, mas os custos avulsos estimados são de R$17,69 a R$57,44. Os valores são detalhados no site.

Como surgiu?
Os fundadores Maria Fuentes e Alexandre Simões criaram o banco e apresentaram a ideia à Digital Banks, com o propósito de ajudar a comunidade LGBT a se empoderar financeiramente e também a ajudar causas sociais. De acordo com a empresa, é o primeiro banco digital que já nasce com propósito social em sua essência. O CEO é Marcio Orlandi Junior, que já atuou em empresas como Accenture, Natura e Riot Games.

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