Ele vendia carros de amigos e hoje tem franquia de corretores online que deve faturar R$ 7 mi

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O brasileiro voltou a trocar de carro em 2019. De acordo com a Fenabrave, foram quase 2,8 milhões de emplacamentos de carros comerciais leves, caminhões e ônibus no período. As perspectivas para 2020 também são de crescimento e o empreendedor Márcio Leitão, 33, espera faturar alto com isso.

Ele fundou a rede de franquias de corretores de veículos BMZ Auto Brokers no ano passado. Após faturar R$ 2 milhões em 2019, espera chegar a R$ 7 milhões em 2020.

Em volume de negócios, ele projeta movimentar R$ 162 milhões com 2,5 mil carros negociados. Para atingir esse resultado, ele anuncia investimento de R$ 1,4 milhão em divulgação e participação em feiras de franquias.

Venda informal de veículos
O interesse pela área começou em 2005, quando Leitão ainda tinha um lava rápido e começou a intermediar negociações de venda de veículos de amigos e conhecidos. Ele era comissionado pelas transações e viu que esse poderia ser um bom negócio. Aos poucos, passou a receber demanda de pessoas que não conhecia e, com o tempo, formou uma carteira de clientes. Quando percebeu, o faturamento do serviço já superava o do lava rápido.

Quando tentou vender o próprio carro, no entanto, Leitão percebeu que precisaria profissionalizar a prática. Ele mora em Mogi Guaçu (SP) e não teve sucesso no repasse do modelo esportivo na região. “Minha cidade é pequena, as lojas não compravam, tentei vender para concessionárias de Campinas ou São Paulo, mas o valor que ofereciam era abaixo do valor de mercado. Como o carro estava todo financiado eu não queria ficar sem ele. Queria usar, vender e depois poder comprar outro.”

Ideia veio dos Estados Unidos
Em 2017, depois de quase onze anos atuando com esse serviço, Leitão percebeu que não faria sentido seguir da mesma forma. A profissão não era regulamentada, o que fazia surgir novos concorrentes todos os dias, que atuavam de formas variadas. “Foi aí que eu entendi que o mercado estava mudando. Fui para os Estados Unidos e conheci o modelo de auto broker. Passei a estudar o consumidor, fazer algumas pesquisas, e transpus esse conceito para cá.”

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