Aplicativo ajuda empresários a encontrar pontos comerciais temporários

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Segundo o G1, só no ano passado, o comércio eletrônico movimentou R$ 53 bilhões, mas sabia que tem gente que começou com e-commerce e, na hora de expandir, pensou na loja física?

Agora um aplicativo facilita a vida do empresário e ele pode experimentar trabalhar em uma loja tradicional. O principal: o aluguel não precisa ser de longa duração, pode ser de apenas um dia.

A loja da empresária Camila Lordelo ficou pronta em algumas horas e mudou a cara do imóvel, que estava fechado há anos. Mas não vai durar até a próxima estação – já tem data para fechar as portas.

A Camila, que tem um e-commerce, está testando uma loja física. Já fez uma experiência de quatro dias no fim do ano e agora vai ficar por três meses.

“A gente faz esse teste pra que a gente tenha chão e pra que a gente consiga ver com a própria experiência da venda até onde a gente pode ir ou deve ir”, conta a empresária.

Isso é novidade para quem aluga ponto comercial: normalmente os contratos são longos, duram anos. Mas por que deixar imóveis fechados se tem gente querendo alugar por um período mais curto? Uns meses, umas semanas, uns dias?

O empreendedor Yuri Saiovic resolveu aplicar o conceito de economia compartilhada nos imóveis comerciais. São as chamadas lojas pop ups, ou pontos comerciais temporários.

“Você tem uma quantidade imensa de imóveis com placa de aluga-se e uma taxa de vacância muito alta, e de outro lado você tem um número muito grande de marcas, pessoas e empresários interessados em ocupar esses espaços”, diz Yuri.

Para colocar o imóvel no aplicativo criado por Yuri, o dono faz um cadastro com informações e descrições do local e inclui fotos. “Se um varejista só vende no Natal, por que ele vai ficar um ano inteiro com esse aluguel, IPTU, conta de luz?”.

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